quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Certificação Profissional de Costureiras

Hoje acontecerá mais uma importante etapa na vida de nossas costureiras da COOPERMODA. Mais uma vez o Projeto Tecendo a Moda em Flor, desenvolvido pelo Sebrae Goiás e Sebrae Nacional em parceria com o ICC - Instituto Camargo Correa chega na frente e realiza uma ação pioneira no Estado de Goiás e porque não dizer no Brasil. 

Iniciaremos hoje a Certificação de nossas costureiras da COOPERMODA. Pela primeira vez fora do Estado do Rio de Janeiro, costureiras serão avaliadas, passando por provas e testes para a certificação profissional da atividade que exercem. Ou seja: Goiás chega na frente mais uma vez. Você deve estar se perguntando o que é e pra que serve a certificação profissional, correto? Bora lá que vou explicar pra você entender melhor:


O que é a certificação profissional?

A certificação profissional é um processo de reconhecimento formal de que uma pessoa possui a competência e a qualificação necessárias para o exercício profissional em determinado campo de atividade - no nosso caso, na costura. Nesse contexto, a competência profissional passa a ter cada vez mais importância para a inserção de profissionais no mundo produtivo. Há uma expressiva demanda por parte dos trabalhadores por reconhecimento das competências adquiridos no desempenho profissional. 

Consideremos ainda que a certificação profissional seja um ato de inclusão social. Digamos que agora nossas costureiras serão não apenas costureiras, mas sim costureiras certificadas e reconhecidas na prestação de serviços que oferecem à indústria de confecção brasileira. Isto traz maior dignidade à profissão e ao profissional de costura. É o reconhecimento formal dos conhecimentos, habilidades e competências do trabalhador, aprimorando a qualificação dos trabalhos para o desenvolvimento econômico e social do país. É o reconhecimento de que uma pessoa possui a qualificação necessária para o exercício profissional da costura. 


Como acontece?

O total de profissionais que serão certificadas nesta etapa em Catalão-GO, costureiras inseridas na COOPERMODA, totalizam em 38 profissionais. Estas receberão a gratuidade da certificação, visto que os custos destes serviços foram subsidiados pelas entidades que desenvolvem o Projeto Tecendo a Moda em Flor. No dia de hoje (11.10) uma turma fará a prova escrita, composta de 20 (vinte) questões voltadas ao trabalho desenvolvido por uma costureira na indústria de confecção, e nova turma fará a mesma prova no dia 19.10. 

Posteriormente, nos dias 22 e 23. 10 as costureiras aprovadas na prova escrita, passarão então pela prova prática, onde terão que sentar à máquina de costura e monitoradas por uma profissional especialista em produção, farão atividades que compreendem a costura e fechamento total de uma peça de vestuário em malha. 

Atualmente existe apenas a certificação de costura em malha. Já está sendo trabalhado a mesma certificação em jeans, e dentro em breve outras especificidades do setor. Para tanto, nossa costureira deverá fechar uma cueca, ou uma camiseta, ou uma bermuda em malha. Também no ato da prova, será observado todos os procedimentos de segurança e prevenção de acidentes, que incluem a observação dos acessórios que estão usando no momento da costura pela profissional, se o cabelo está solto ou preso, se está usando calçado fechado e por ai vai. Assim como quando tiramos carteira de motorista é avaliado se usamos cinto de segurança e outras normas, entende? Tudo isso implica na aprovação ou reprovação da(o) candidata(o). 

Após serem aprovadas, daí serão cadastradas no órgão nacional, responsável por este credenciamento (no caso o Senai Cetiqt) e então receberão sua carteira de Certificação Profissional que deverá ser prestada contas a cada dois anos, tendo esta a validade de quatro anos. Assim sendo, a partir de agora em Catalão-GO teremos costureiras profissionais, reconhecidas e certificadas na profissão que exercem. Isso gera competitividade no setor de prestação de serviços de facção.

Sucesso para nós!



Postado em 11.10.12, as 10h06, por Leandro Pires 
Máquinas de Costura na COOPERMODA

Boas notícias acompanham a COOPERMODA, cooperativa de produção e vestuário na cidade de Catalão-GO. Acabaram de chegar as novas máquinas de costura destinadas à cooperativa que foram doadas pelo ICC - Instituto Camargo Correa, Sebrae Goiás e Sebrae Nacional, por meio do Projeto Tecendo a Moda em Flor desenvolvido pelas três instituições na cidade de Catalão-GO, pólo de moda íntima do Estado de Goiás. E se vocês estão achando que foram apenas algumas poucas máquinas de costura, se enganaram. Nesta doação à cooperativa, constam máquinas que em Catalão-GO somente duas grandes empresas possuem, como por exemplo a máquina de bojar (fazer bojo para sutiãs). Veja um pouco do que foi doado, porque não dá pra colocar tudo aqui pra vocês devido a grande quantidade de doações do projeto: máquina reta, zig zag, overlock, interlock, galoneira, travete, máquina de fazer laço, máquina de corte de disco e de faca, prespontadeira ponto fixo alternado, botoneira, caseadeira, máquina de cós, de braço, mesa de corte, cadeiras, entre outros. Ufa!!!! Muita coisa né? 

Aliado a tudo isto, estamos na 2a semana de treinamento da PUPI (como já comentamos com vocês em posts anteriores) e daqui a duas semanas começaremos os trabalhos direcionados à produção e ainda os cursos de qualificação e aperfeiçoamento em costura industrial, risco, corte e enfesto e modelagem. Nossas meninas estão a todo vapor... aprendendo, treinando e trabalhando para fazerem diferente na indústria de confecção e moda do Estado de Goíás. Vejam as fotos e a carinha de felicidade delas... 

Costureiras na Sede da COOPERMODA

Costureiras trabalhando na mesa de corte

Trabalhando na costura

No intervalo de curso da PUPI com equipe Sebrae-GO


Gerente Sebrae-GO (Catalão-GO), Gestora do Projeto, Diretoria COOPERMODA e Téc. CETIQT


Gerente Sebrae-GO (Catalão), Presidente COOPERMODA, Gestora Projeto, Téc. CETIQT


Gestora e Apoiador do Projeto e Técnico do Senai Cetiqt


Gestora e Apoiador do Projeto e Presidente da COOPERMODA


Postado em 11.10.12, às 08h59, por Leandro Pires

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Já pensou em quanto tempo você gasta na sua indústria para produzir o que você produz?


Olá pessoal... 

Como já havíamos comentado com vocês no post anterior, neste Mês de Outubro estamos com o curso/metodologia da PUPI - Pequenas Unidades Produtivas Inteligentes, que está sendo desenvolvido com nossas costureiras participantes da COOPERMODA em Catalão-GO,num projeto desenvolvido pelo SEBRAE-GO em parceria com o SEBRAE NACIONAL e ICC - Instituto Camargo Correa, correto?

Então... já estamos na segunda semana de trabalho, e hoje (09.10) estamos falando e trabalhando sobre o tempo de produção na indústria de confecção. Algo que sabemos que é de extrema importância dento da indústria, influenciando na capacidade produtiva da empresa e por consequente em seus custos e lucratividade. 

Para tanto um pequeno e simplório exemplo foi utilizado pelo Consultor Leão, que solicitou uma de nossas costureiras da COOPERMODA a dobrar uma t-shirt. Ok! Dificuldade nenhuma né? Claaaaaro que ela dobrou a t-shirt no modo padrão que todos nós fazemos em nossa casa e até mesmo em nossas lojas. Para isso ela gastou uma média de 10 segundos. Pouco tempo né? Vamos pensar nesse tempo dentro da indústria, considerando uma produção de 20.000 t-shirts para dobrar? Hahahaha... Bora lá!

10seg x 20.000 t-shirts = 200.000seg, que transformando em minutos, será: 200.000seg : 60seg = 3.333min. Correto? 3.333min : 60min = 55hs de trabalho, que considerando a média de 08hs diária, necessitariam quase 07 dias de trabalho para dobrarmos estas t-shirts. Uma semana de trabalho. Ok!

Vamos agora pensar que esta mesma t-shirt pode ser dobrada em apenas 03seg por meio de uma técnica super simples? Rs... Façamos as contas: 03seg x 20.000 t-shirts = 60.000seg, que transformando em minutos, será: 60.000seg : 60seg = 1000min, que dividido por 60min = 16,66hs. Ou seja, em média 02 dias de trabalho para dobrarmos as mesmas 20.000 t-shirts. Hehehehe... Percebeu o quanto é importante nos atentarmos para o processo produtivo? Em 02 dias você pode fazer o mesmo trabalho de 07 dias, consequentemente produzir mais e ganhar mais dinheiro. Claro que este é um exemplo super simples e uma técnica super fácil. Mas o importante é a conscientização que obtemos por meio deste exemplo, da importância de observamos o tempo da produção. Que ver o exemplo que fizemos em sala de aula? Assista o vídeo abaixo. É rapidinho... 

Abraços,



video

Postado em 09.10.12, às 14h20, por Leandro Pires

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PUPI - Pequenas Unidades Produtivas Inteligentes

Começou nesta segunda-feira (01.10.12) um novo trabalho com as costureiras da COOPERMODA - Cooperativa de Costura e Produção de Vestuário, que promete mudar o ritmo da empresa. Nesta nova etapa, trabalharemos com a metodologia PUPI - Pequenas Unidades Produtivas Inteligentes que possui metodologia direcionada à produção de fábrica, com exercícios e capacitações que estimulam as melhorias nos processos e métodos. Este é um trabalho pioneiro em todo o Estado de Goiás e à realidade de uma cooperativa de trabalho em produção de vestuário. Ou seja: pela primeira vez uma empresa em todo o estado recebe este tipo de capacitação in company.


MAS O QUE É A PUPI?

Resumidamente, a PUPI é uma filosofia de trabalho onde o treinamento e o conhecimento, serão as forças para mudança do sistema produtivo da empresa gerando Pequenas Unidades Produtivas Inteligentes, que serão conduzidas para o auto-gerenciamento, por meio da repetição de experiências e reflexão intensa para o desenvolvimento contínuo do capital humano. Métodos de trabalho, técnicas de produção e trabalho em equipe, focando a redução dos diversos tipos de desperdícios, gerenciamento melhor da qualidade, análise do custo minuto, ganhos na produção e na produtividade.


PRINCIPAL OBJETIVO: 

Treinar os colaboradores do processo produtivo, que possuem o foco de seus trabalhos na produção, que hoje em dia, na confecção industriai, seja de pequeno, médio ou grande porte, estes processos ficaram mais complexos. Assim, o programa será desenvolvido contemplando as seguintes fases:


Fase 1:PUPI – Treinamento técnico e desenvolvimento de pessoal: Durante a primeira fase da consultoria, a equipe de produção (auxiliares, costureiras e facilitadores da produção) terá aulas com conhecimentos técnicos e concomitantemente serão trabalhados para despertar o potencial criativo e colaborativo. Nessa fase, padrões atuais para Confecção Industrial são mostrados e as ferramentas para a eficácia da produção são ensinadas, objetivando o trabalho em equipe e o desenvolvimento do Capital Humano. Este módulo tem o total de 120h, e será aplicado em duas turmas de 20 pessoas e 04h de trabalho dia - cada.

Fase 2: PUPI – Desenvolvimento de Métodos: A segunda fase consiste do treinamento em métodos e estudo dos postos de trabalho in loco. O consultor ensina e treina a equipe na fábrica utilizando-se da rotina normal da empresa. É nesta fase que há o crescimento na produção. Neste momento, trabalharemos 40h consultoria de produção.

Fase 3: PUPI – PPCP e Indicadores e desempenho financeiro: Este é o momento em que um consultor especializado em Planejamento, Programação e Controle da Produção - PPCP - e Custo Industrial, executa os treinamentos com a equipe gerencial, norteando para os indicadores de desempenho financeiro e de processo no desenvolvimento da PUPI, através de planilhas para controle de Custo, Demonstrativo do resultado do Exercício da produção, a DREP, eficiência, redução dos desperdícios dos materiais em processo e criação de novos documentos e aperfeiçoamento dos existentes.

DREP é um trabalho exclusivo da PUPI, onde o corpo gerencial e sua equipe, com os indicadores apresentados, iniciarão uma série de ações para tomada de decisão, visando um caminho focado, onde custo e o trabalho intelectual estarão caminhando juntos, a partir do modelo de produção desenvolvido. Este trabalho também terá a carga horária de 40h consultoria.

Ao total, este trabalho somará 200h consultoria in company com as costureiras da COOPERMODA que acontecerão em todo este mês de Outubro e na primeira semana de Novembro.

Abertura da PUPI - 01.10.12


Turma de costureiras se preparando para iniciarem uma "linha de produção"


RESULTADOS


Com os trabalhos da PUPI muito será transformado no grupo de costureiras da Coopermoda e atendidas pelo Projeto Tecendo a Moda em Flor. Além de todas as mudanças em nível comportamental, gerado pelo aprendizado do trabalho em equipe, podemos considerar que:

- O layout será modificado, visando obter menos deslocamentos internos, postos de trabalho estudados ergonomicamente, equipes interagindo e desenvolvendo métodos inteligentes de costura, programa S.O.L e treinamento cruzado. (Em todas as ações haverá a participação dos colaboradores da produção).
- A ergonomia como qualidade tanto para os benefícios do bem-estar quanto aos ganhos de produção e de produtividade.
- A observação adequada das posturas de acordo com os postos, e adequação dos pés ao acelerador da máquina (difícil de conscientizar), além de outras necessidades que serão corrigidas através de filmagens, realizadas pelas próprias colaboradoras e elas, serão as multiplicadoras, em progressão geométrica.
- Avaliação do porque dos tempos improdutivos, o quanto custa o retrabalho, qual o custo minuto trabalho, como produzir mais se cansando menos, qual o lead time;
- Aplicação do lean thinking e lean manufacturing, contribuindo assim para a soma dos resultados positivos através do desenvolvimento do capital humano, para uma empresa moderna que precisa ser ágil em um mercado cada vez mais feroz. 

Entre outras ações voltadas à melhoria da produção dentro da empresa.


SENAI CETIQT

Localizada na cidade do Rio de Janeiro, o Senai Cetiqt é um dos mais importantes centros de formação profissional, prestação de serviços e consultorias para a cadeia produtiva têxtil no Brasil e no mundo. É a única escola têxtil do país a possuir uma fábrica têxtil completa, além de planta-piloto de confecção, rede integrada de laboratórios, institutos especializados em cor, design e prospecção tecnológica e mercadológica, e o mais completo acervo bibliográfico têxtil, de confecção, moda e mercado. A equipe que aplicará esta metodologia, consta de três técnicos da instituição especialista no setor.


PROJETO TECENDO A MODA EM FLOR

Dinâmica de Grupo
Vale lembrar que esta ação é apresentada gratuitamente às cooperadas inseridas na COOPERMODA e atendidas por meio do Projeto Tecendo a Moda em Flor, que é desenvolvido pelo SEBRAE-GO em parceria com o SEBRAE NACIONAL e ICC - Instituto Camargo Correa.

Durante todo o trabalho desenvolvido, as atendidas recebem o acompanhamento permanente da equipe executora do projeto - Adriana Felipe (Gestora do Projeto) e Leandro Pires (Consultor apoiador do Projeto) que em escalas manhã/tarde acompanharão todo o grupo e aplicação dos serviços.


"Não adianta dar o melhor treinamento para as pessoas, se elas não estão preparadas para trabalharem em equipe".

Luís Cláudio Leão - Técnico Senai Cetiqt





Para consulta:

Site SENAI CETIQT: www.cetiqt.senai.br
Blog COOPERMODA: www.modaeflor.blogspot.com
Matéria publicada sobre a PUPI na REVISTA COSTURA: http://www.costuraperfeita.com.br/edicao/12/materia/especial.html



Matéria redigida e publicada em 03.10.12, às 09h23, por Leandro Pires
Lupo lança 7/8 com risca atrás, laço e renda

Lupo lança 7/8 com risca atrás, laço e renda


A tradicionalíssima meia 7/8 da Lupo recebe um novo layout e promete arrebentar no próximo verão: agora vem com risca atrás, laço e renda, ficando ainda mais sofisticada e sexy. As cores também estão lindas: branco antártida, vermelho, berinjela e preto.


Matéria extraída do site Guia Têxtil
Publicada em 03.10.12, às 07h59, por Leandro Pires

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


Outlet de lingeries? Como assim?


Você já ouviu falar em outlet, correto? Mas em outlet de lingerie? Saiba mais acompanhando esta matéria publicada pelo site da ABF Franchinsing como sendo uma das oportunidades de franquias voltadas à moda.



Portal Terra Empreendedorismo - 7/09

O que fazer com as sobras das coleções passadas? As principais grifes de moda já se acostumaram ao conceito de venda dos excedentes em bazares eoutlets. Mas, no mundo das lingeries, essa prática ainda é menos difundida. Com experiência no segmento, Maurício Michelotto viu aí uma ideia de negócio. "Eu trabalhei na indústria de lingerie por 28 anos. O destino das coleções passadas sempre foi um desafio para as marcas. Eu vi em uma deficiência do mercado uma oportunidade para mim", relembra. Dessa ideia surgiu a rede Outlet Lingerie.

Em 2008, o empresário decidiu investir em um modelo de loja que comercializasse as peças de coleções passadas de grandes marcas. A rede já foi projetada com o objetivo de atuar no formato de franchising no futuro. Há cerca de um ano, o empresário deu continuidade ao projeto e liberou a entrada de franqueados. Desde então, a marca ganhou 29 lojas.

Para o franqueado Renato Pantaleão, o grande atrativo da marca é o baixo custo para implantação que, segundo a franquia, totaliza R$ 170 mil, incluindo capital de giro, taxa de franquia e estoque inicial. Além disso, para o empreendedor, a palavra outlet ajuda a captar clientes. "O nome é um dos grandes fatores e a rede de fato encontra bons preços. Os valores são bem diferenciados."

De acordo dados do Outlet Lingerie, os preços das peças são de 40% a 70% menores do que os normais. Apesar dos descontos, o negócio é voltado para as classes A e B. "Embora seja um produto com preço 40% inferior ao que se encontra na loja da marca, essas peças não são populares", afirma Renato.


Fornecedores do outlet

As lojas são abastecidas com produtos de coleções passadas de grifes como Scala, Nu.Luxe, Forum, Valisère, Puket, Hope, Darling, Un.i, Rosa Chá, Dressy e Caro Cuore. Todas as peças adquiridas no outlet podem ser trocadas em até 30 dias.
A compra de suprimentos para a loja é feita por meio do franqueador, que negocia com as marcas parceiras. Segundo Renato, o bom preço das lingeries para o consumidor final não afeta a lucratividade do negócio. De acordo com dados do Outlet Lingerie, o franqueado lucra mensalmente cerca de 10% do faturamento líquido mensal.


Perspectivas da marca

Até o final do ano, a Outlet Lingerie pretende ter 40 lojas. Para 2013 e 2014, a expectativa é de 65 e 100 unidades, respectivamente. A intenção é abrir lojas por todo o País. A rede já possui franqueados nas cinco regiões do Brasil, em cidades como São Paulo, Curitiba, Natal, Goiânia e Manaus.
A intenção da marca é fechar 2012 com faturamento bruto de cerca de R$ 20 milhões.
O mercado
Segundo a Associação Brasileira de Franchising, o setor de vestuário cresceu 7% no ano passado, o que é um número bom comparado à taxa do PIB de 2011 que foi de 3%. Entretanto, em 2010 o mercado teve um desempenho ainda melhor e cresceu 29% em relação a 2009.
Uma das explicações da entidade para os dados é o bom momento do mercado de lingerie. O nicho tem apresentado um crescimento consistente, mas não gera números tão altos para o setor como um todo porque seu tíquete médio de compra é inferior ao de outros segmentos de vestuário.

Outlet Lingerie em números
Setor: vestuário
Resumo do negócio: rede de outlet de grifes de lingerie
Número de unidades: 38 unidades
Unidades próprias: 9 unidades
Unidades franqueadas: 29 unidades
Faturamento mensal médio: R$ 60 mil
Taxa de franquia: R$ 35 mil
Taxa de propaganda: 2% sobre faturamento bruto
Taxa de royalties: 5% sobre faturamento bruto
Capital para instalação: incluindo capital de giro, taxa de franquia e estoque inicial
Prazo de retorno estimado: de 18 a 24 meses
Principais concorrentes: lojas de lingerie em geral



Publicado em 20.09.12, às 11h12 por Leandro Pires
Fonte: Site ABF Franchinsing - Matéria na íntegra: Clique aqui

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Nova capacitação - Senai Cetiqt
em Catalão-GO

As meninas da Coopermoda - Cooperativa de Produção de Vestuário Moda Flor de Catalão, terão a oportunidade única de serem atendidas durante 200h consultoria por profissionais técnicos da renomada instituição SENAI CETIQT.

Pra quem não sabe, o Senai Cetiqt é um dos mais importantes centros de formação profissional, prestação de serviços e consultorias para a cadeia produtiva têxtil no Brasil e no mundo. É a única escola têxtil do país a possuir uma fábrica têxtil completa, além de planta-piloto de confecção, rede integrada de laboratórios, institutos especializados em cor, design e prospecção tecnológica e mercadológica, e o mais completo acervo bibliográfico têxtil, de confecção, moda e mercado. Não é atoa que o sonho de muitos alunos e profissionais, é se graduar, especializar e/ou fazer um curso de extensão na instituição, visto esta ser referência de qualidade e inovação no mundo da moda para todo o Brasil, com reconhecimento e parcerias internacionais como a parceria com o Future Conceptlab da Itália. 

Conhecedores de tamanha referência, o Sebrae Goiás, em parceria com o Sebrae Nacional e Instituto Camargo Correa, por meio do Projeto Tecendo a Moda em Flor, convida para Catalão-GO técnicos da instituição que traz a metodologia PUPI - Pequenas Unidades Produtivas Industriais, pela primeira vez no Estado de Goiás. Vejam que bacana serão os trabalhos:

Fase 1:PUPI – Treinamento técnico e desenvolvimento de pessoal ( Outubro de  2012): Durante a primeira fase da consultoria, a equipe de produção (auxiliares, costureiras e facilitadores da produção) terá treinamento com conhecimentos técnicos e concomitantemente serão trabalhados para despertar o potencial criativo e colaborativo. Nessa fase, padrões atuais para Confecção Industrial são mostrados e as ferramentas para a eficácia da produção são ensinadas, objetivando o trabalho em equipe e o desenvolvimento do Capital Humano - 120h


Fase 2:PUPI – Desenvolvimento de Métodos (Outubro de 2012): A segunda fase consiste do treinamento em métodos e estudo dos postos de trabalho “in loco”. O consultor ensina e treina a equipe na fábrica utilizando-se da rotina normal da empresa. É nesta fase que há o crescimento na produção - 40h
Fase 3:PUPI – PPCP e  Indicadores e desempenho financeiro (Novembro de 2012): Durante o desenvolvimento da equipe técnica e dos métodos de trabalho, um consultor especializado em Planejamento, Programação e Controle da Produção - PPCP - e Custo Industrial, executa os treinamentos com a equipe gerencial, norteando para os indicadores de desempenho financeiro e de processo no desenvolvimento da PUPI, através de planilhas para controle de Custo, Demonstrativo do resultado do Exercício da produção, a DIREP, eficiência, redução dos desperdícios dos materiais em processo e criação de novos documentos e aperfeiçoamento dos existentes.

Para desenvolvimento dos trabalhos, virão os técnicos do Senai Cetiqt, Luís Cládio Leão, Gladis Malizia Leda e Ivan Romulo Formaggini. Para saber mais sobre a PUPI, clique aqui e leia o texto escrito pelo técnico Luis Leão à Revista Costura Perfeita

Redigido e publicado em 04.09.12, às 10h09, por Leandro Pires